O futuro tecnológico das pequenas máquinas de movimentação de terra

19 Maio 2026

Desde o lançamento global em 2020, a TVH registou um crescimento superior ao triplo do seu volume de negócios no segmento de pequenas máquinas de movimentação de terra (SEM). Este crescimento surge numa altura em que os fabricantes de máquinas enfrentam uma cadeia de abastecimento global volátil, influenciada pelas mudanças geopolíticas no comércio. Ao mesmo tempo, o setor está a desenvolver rapidamente funcionalidades inteligentes e automatizadas para as máquinas.

Nesta entrevista, Joris Tijtgat, Global Market Manager, explica de que forma a TVH se está a adaptar a um panorama em constante mudança. Aborda os desafios e as oportunidades do setor e delineia o plano de ação para a próxima etapa de desenvolvimento das peças e dos serviços para equipamentos de construção.

Joris Tijtgat

Sobre o especialista

Joris Tijtgat é Global Market Manager na TVH. Está na empresa há mais de 14 anos, tendo iniciado o seu percurso na área de desenvolvimento de produtos. Atualmente, assume a responsabilidade pela implementação de estratégias e operações de mercado a nível global. Desde 2019, tem liderado uma grande expansão que permitiu triplicar o volume de negócios no segmento de SEM.

EVOLUÇÃO DO MERCADO

Quais são as principais tendências globais que tem observado no mercado dos equipamentos SEM ao longo dos últimos anos?

Ao analisar as tendências globais no setor dos equipamentos SEM, verifico que os fabricantes estão cada vez mais focados na tecnologia. A automação, a IA e a conectividade estão no topo das respetivas prioridades. As empresas procuram acompanhar a localização das suas máquinas em permanência. Além disso, a escassez de profissionais tecnicamente qualificados no mercado de trabalho atual leva os fabricantes a integrar soluções tecnológicas para simplificar a operação destas máquinas.

Grande parte desta tecnologia tem origem no setor da maquinaria pesada. Um exemplo simples: atualmente, muitas minicarregadoras dispõem de um ecrã de grandes dimensões para o nivelamento. Trata-se do processo de nivelar e moldar o terreno para criar declives precisos em projetos de construção. É um grande avanço tecnológico face ao que existia há poucos anos; estas máquinas já não são tão "simples" como eram.

A segunda tendência é a crescente presença dos fabricantes chineses na Europa e nas Américas. As marcas chinesas já ocupavam uma posição consolidada no setor dos empilhadores. No entanto, no mercado da construção, todos os modelos de previsão apontavam para uma quebra nas vendas de máquinas em 2020. Como sabemos, esse ano ficou marcado pela pandemia, que impulsionou significativamente as vendas e levou o mercado a níveis de crescimento recorde. Na sequência deste pico, o mercado interno chinês sofreu um colapso. O resultado foi um excesso de capacidade de produção e níveis elevados de stock, o que levou os fabricantes chineses a redirecionar o foco para o mercado de exportação. Como consequência, estas marcas passaram a ter uma presença muito mais dominante no setor das pequenas máquinas de movimentação de terra.

Por fim, um novo tipo de máquina, a minicarregadora de rastos (também conhecida como plataforma para o operador), está a ganhar popularidade. No âmbito das minhas funções, acompanho de perto estas tendências. Sempre que uma determinada marca ou um determinado tipo de máquina começa a ganhar terreno no mercado, temos de reagir. Atualmente, a procura de peças de substituição para estas novas máquinas pode ainda ser reduzida, mas aumentará certamente no futuro. Temos de garantir que dispomos do stock adequado quando esse momento chegar.

Nos últimos anos, redirecionou o foco da TVH para o desenvolvimento e a comercialização de produtos para SEM. Que medidas tomou para concretizar esta mudança?

É verdade. Enquanto Global Market Manager, defino a estratégia de alto nível para os próximos anos. Determino as áreas em que nos devemos focar e as formas de implementar as estratégias internamente e junto dos clientes. A minha estratégia assenta em dois pilares: o desenvolvimento e a comercialização de produtos. Não basta dispor de um produto; é igualmente importante saber como vendê-lo.

Para garantir uma base sólida, dediquei-me, ao longo dos últimos seis anos, a apoiar a equipa de vendas. A TVH atua no mercado das peças para empilhadores há muito tempo. Ao longo dos anos, também fomos adquirindo experiência através da expansão do nosso portefólio para incluir peças para manipuladores telescópicos, MEWP e equipamentos agrícolas. A nossa equipa comercial já dispõe de conhecimentos técnicos sólidos sobre vários tipos de máquinas. No entanto, no caso do segmento de SEM, adicionámos vários produtos totalmente novos para nós, incluindo rastos de borracha e componentes para a parte inferior da carroçaria. Para termos sucesso, é essencial dispormos das competências e dos conhecimentos adequados. Quem compra um produto quer ser aconselhado por alguém que o conheça bem.

Miniescavadora com rastos de borracha

Um dos aspetos importantes do desenvolvimento de produtos é antecipar a procura futura. A comercialização, por sua vez, consiste em criar uma estratégia de entrada no mercado, sendo a notoriedade um elemento importante. O logótipo da TVH inclui um empilhador, pelo que alguns proprietários de equipamentos de construção poderão não saber que também podemos ser o seu parceiro. Seis anos após o nosso lançamento, continuamos a apostar na notoriedade da marca através da participação em feiras e de ações de publicidade, para que os clientes estabeleçam essa ligação.

A nossa estratégia também passa também por conquistar novos clientes. Entrar num novo mercado implica chegar a pessoas que ainda não nos conhecem. Ao mesmo tempo, analisamos a nossa base atual de clientes e contactamos empresas de aluguer ou oficinas de reparação que também possam trabalhar com equipamentos de movimentação de terra. No segmento das pequenas máquinas de movimentação de terra, existe igualmente uma sobreposição com o setor agrícola. Por exemplo, é comum um agricultor utilizar uma minicarregadora para limpar um estábulo. Temos de garantir que estes clientes atuais sabem que também prestamos assistência a essas máquinas.

Por fim, a comercialização implica garantir que as peças certas estão disponíveis nos locais certos. A popularidade das marcas e de determinados tipos de equipamentos pode variar de região para região. Por exemplo, na África do Sul, as retroescavadoras são mais populares do que em França, onde predominam as miniescavadoras. Com base neste conhecimento, temos de assegurar que as peças certas estão disponíveis nos locais onde são necessárias. É essencial adaptar o stock às necessidades de cada região.

Na comercialização de peças, existem três fatores fundamentais: preço, qualidade e disponibilidade. Neste contexto, a disponibilidade é crucial. No setor da construção, esperar uma semana por uma peça significa ter uma máquina parada e trabalhos suspensos. É uma situação insustentável para o cliente. Para reduzir os períodos de inatividade, otimizamos os níveis de stock com base na popularidade das marcas e das máquinas. Recentemente, passámos a dispor de um stock local de rastos de borracha na Austrália. Anteriormente, todas as encomendas eram enviadas a partir da Bélgica. Era um processo lento e os custos de transporte eram elevados. Agora, com um stock local em países como a Austrália, Espanha e Itália, conseguimos responder muito mais rapidamente às necessidades desses clientes.

As vendas do segmento de SEM triplicaram na sequência destas iniciativas. Quais serão os próximos passos ao longo dos próximos 12 meses?

O mercado dos equipamentos SEM está a evoluir rapidamente. Nos próximos 12 meses, temos de continuar a consolidar as bases que criámos. Temos de garantir que a nossa equipa de vendas dispõe dos conhecimentos necessários. Com a chegada de novos colegas, é indispensável repetir as formações. Há um ditado que diz: "O que se repete fica na memória, e o que fica na memória transforma-se em ação". Não podemos esperar que os novos colaboradores se lembrem de tudo, pelo que a repetição é essencial.

Continuaremos igualmente a promover a notoriedade da marca através da participação em feiras e do reforço da nossa presença online. Por exemplo, se alguém pesquisar "peças de substituição para miniescavadoras", temos de surgir entre os primeiros resultados da pesquisa. Além disso, otimizaremos a nossa rede de distribuição para garantir que as peças certas estão disponíveis nos locais certos. Como referi anteriormente, damos prioridade às peças mais relevantes para cada região. Além disso, continuaremos a acompanhar tendências como o crescimento de novos fabricantes chineses. 

Em suma, o objetivo para os próximos 12 meses é dar continuidade ao impulso atual e consolidar o sucesso alcançado até aqui.

Qual é o impacto da crescente acessibilidade das marcas chinesas de equipamentos SEM?

Os OEM chineses afirmaram-se definitivamente no mercado. Existe uma perceção generalizada de que as máquinas chinesas são menos fiáveis do que os modelos japoneses, norte-americanos ou europeus. No entanto, estas marcas utilizam atualmente componentes de fabricantes conceituados e de confiança. Os motores e componentes hidráulicos das máquinas chinesas são, muitas vezes, os mesmos utilizados pelas principais marcas ocidentais. Estes fabricantes identificam os componentes utilizados pelas marcas de referência e integram esses produtos de alta qualidade nos seus próprios equipamentos. Isto reforça a confiança dos clientes.

Embora as primeiras versões possam ter apresentado alguns problemas de qualidade, estes fabricantes aprendem e evoluem muito rapidamente. Sempre que recebem feedback de que uma determinada funcionalidade não está a funcionar corretamente, implementam uma solução quase de imediato. Esta rapidez constitui um dos seus principais pontos fortes. Além disso, são pioneiros na eletrificação e disponibilizam a gama mais vasta de máquinas elétricas do setor.

A disponibilidade é outro fator crucial. Enquanto os fabricantes ocidentais e japoneses enfrentam frequentemente prazos de entrega longos, os OEM chineses mantêm, muitas vezes, elevados níveis de stock prontos para entrega imediata. Esta disponibilidade é, muitas vezes, o fator que convence os clientes a experimentar estas marcas. 

As tarifas atuais nos EUA e na Europa poderão abrandar o ritmo de crescimento do mercado, mas não serão suficientes para travar a influência dos fabricantes chineses. Estas marcas também estão a reforçar significativamente a sua presença na América do Sul e em África. Continuamos a acompanhar atentamente a evolução destes fabricantes para garantir que conseguimos apoiar os nossos clientes neste segmento em crescimento.

COMPETÊNCIAS TÉCNICAS E EVOLUÇÃO DOS PRODUTOS

Como é que a TVH definiu a seleção de produtos adequada para os seus clientes do segmento de SEM?

É uma boa pergunta. É uma parte crucial da minha função e envolve um processo complexo. A base passa por investir tempo a conhecer o mercado através da análise de dados. Tomamos decisões com base na identificação das principais marcas e máquinas. Ainda assim, considero que o diálogo com os clientes é um aspeto ainda mais importante. O feedback que nos dão é uma fonte de aprendizagem muito valiosa.

Não existe uma solução única que funcione com todos os casos. Simplesmente não existe. Escolhemos uma gama geral de produtos, mas ajustamos a nossa oferta às necessidades de cada mercado local.

Com mais de 5 milhões de referências de peças atualmente disponíveis para o segmento de SEM, como é que garantem a qualidade e a compatibilidade num mercado multimarcas tão diversificado?

Ao longo dos últimos seis anos, construímos uma base de dados substancial. O primeiro passo é conhecer as referências das peças para que os clientes consigam encontrar aquilo de que precisam na nossa loja online. A criação de uma base de dados desta dimensão representa um marco significativo. Além dos cinco milhões de referências, dispomos de mais de 100 000 localizações de stock. Isto demonstra a dimensão da nossa oferta. 

Não é, de todo, uma tarefa simples. Ao contrário de muitos concorrentes, não limitamos a nossa oferta a filtros ou rastos de borracha. Disponibilizamos uma vasta gama de produtos. É por isso que contamos com gestores dedicados às diferentes categorias de produtos. Estes gestores de produto acompanham as respetivas linhas de produtos e desenvolvem as estratégias necessárias. Determinam os aspetos importantes em termos de qualidade nos respetivos segmentos, como sistemas hidráulicos, pneus ou componentes de motor. Além disso, empregamos vários especialistas em produtos a nível global. O seu trabalho é apoiado por uma equipa de qualidade sólida, que recolhe feedback e orienta a melhoria contínua. Por fim, mas não menos importante, ouvimos os nossos clientes. O seu contributo é essencial para nos ajudar a tomar as decisões certas no que diz respeito à qualidade dos produtos.

retroescavadora

O que está a acontecer no segmento dos equipamentos compactos elétricos? A transição está a decorrer conforme o previsto? Quais são os principais desafios?

A eletrificação está em pleno desenvolvimento nos setores automóvel e dos empilhadores. No segmento de SEM, a utilização de equipamentos elétricos continua a ser reduzida. Atualmente, as perspetivas para o setor da construção são pouco favoráveis devido a fatores geopolíticos e ao baixo investimento público. As taxas de juro elevadas e a diminuição do número de projetos de construção também condicionam a adoção destes veículos.

Outro fator que tem travado a sua adoção é o elevado custo de aquisição. Uma miniescavadora elétrica pode custar duas ou até três vezes mais do que um modelo a diesel. A autonomia da bateria é igualmente uma preocupação. Estas máquinas são frequentemente operadas em locais remotos, sem acesso à rede elétrica, o que obriga à utilização de geradores e carregadores dispendiosos. Para a maioria dos utilizadores, as máquinas a diesel continuam a ser a opção mais económica.

Na Europa, os Países Baixos e os países escandinavos lideram esta transição graças aos incentivos fiscais concedidos pelos governos. Sem esse apoio, o mercado enfrenta maiores dificuldades. No entanto, observamos uma tendência diferente no caso das pás carregadoras. Estas máquinas constituem um ponto de partida ideal para a eletrificação, uma vez que desempenham tarefas muito previsíveis. Geralmente, executam operações curtas e repetitivas em áreas controladas, como parques industriais, o que torna o carregamento simples e eficiente. Como estão constantemente em utilização, os proprietários conseguem obter um retorno do investimento mais rapidamente. Este elevado nível de utilização torna a eletrificação uma solução escalável e explica por que motivo as pás carregadoras são atualmente as máquinas de construção elétricas mais comuns no mercado.

A tecnologia já existe, mas o mercado ainda não está preparado. A maioria dos clientes não consegue justificar o investimento. Quem mais tem apostado nestas máquinas são as empresas de aluguer. Estas empresas precisam de máquinas elétricas para dar resposta a empreiteiros que trabalham em cidades com regras rigorosas em matéria de emissões e ruído. Como as máquinas elétricas são muito silenciosas, são ideais para trabalhos noturnos ou intervenções em zonas densamente povoadas. Nestes casos, as exigências regulamentares tornam a utilização de máquinas elétricas indispensável.

A tecnologia está a evoluir a um ritmo que quase ultrapassa a capacidade de aprendizagem dos técnicos. Quais são atualmente as maiores lacunas de conhecimento no setor e de que forma as estamos a colmatar?

Os técnicos de assistência têm de acompanhar continuamente a evolução das novas tecnologias. Disponibilizamos aos nossos clientes ferramentas de diagnóstico compatíveis com várias marcas. Por exemplo, um técnico pode ligar-se a várias máquinas para verificar o motor ou outras funções. Consegue identificar a avaria através de um processo de eliminação e resolver o problema.

Estão constantemente a surgir novos intervenientes no mercado, o que pode, por vezes, tornar o panorama mais complexo. No entanto, a tecnologia de base mantém-se essencialmente a mesma. Os motores de combustão interna, por exemplo, ganham novas funcionalidades para cumprir normas de emissões cada vez mais exigentes. Para acompanhar esta evolução, trabalhamos em estreita colaboração com a TVH University. Ainda assim, a maioria das mudanças não é específica de uma determinada marca; a tecnologia continua a ser a mesma.

Acompanhamos de perto estes desenvolvimentos através do nosso centro de formação, a TVH University. Estamos a alargar a nossa oferta formativa para garantir que acompanhamos a evolução dos produtos. As parcerias que estabelecemos com empresas de referência a nível global também nos ajudam nesse sentido.

GESTÃO DE FROTAS

De que forma os locais de trabalho atuais estão a alterar o design dos equipamentos SEM?

Os OEM reconhecem que os locais de trabalho estão a tornar-se mais compactos devido à urbanização. Em resposta, têm vindo a desenvolver soluções como as escavadoras de raio de rotação nulo. Estas máquinas conseguem rodar 360° sem que a parte superior da estrutura se estenda para além dos rastos. Isto permite que sejam operadas em áreas muito reduzidas.

A eletrificação é outro fator determinante. Os fabricantes têm de responder a novas exigências, como limites mais rigorosos em matéria de ruído e emissões nas zonas urbanas. Há dez anos, estes requisitos tinham pouca relevância; atualmente, são fundamentais.

Na TVH, acompanho atentamente estas tendências. Sempre que uma nova máquina ganha popularidade no mercado, temos de garantir que estamos preparados. Eventualmente, os clientes precisarão de peças e temos de estar preparados para responder a essas necessidades. 

Qual é o papel das aplicações de gestão de frotas neste contexto?

A gestão de frotas começa pelo registo das horas de funcionamento das máquinas. Esta é a forma mais precisa de planear a manutenção preditiva. No caso dos equipamentos compactos, a ferramenta também se foca nos alertas do motor e no geofencing. No caso das escavadoras de maior dimensão, o foco incide sobretudo no consumo de combustível.

A nossa solução GemOne também ajuda os clientes a proteger as respetivas máquinas. Os dados recolhidos permitem determinar a localização exata de cada máquina. Isto facilita a gestão logística e contribui para combater o problema persistente de roubo de máquinas. O roubo continua a ser um dos maiores desafios no setor da movimentação de terra. Não é um fenómeno recente; infelizmente, faz parte do dia a dia. No entanto, a GemOne faz muito mais do que isto. Ajuda os clientes a minimizar os períodos de inatividade das máquinas, a reduzir incidentes no local de trabalho e a poupar tempo e dinheiro através da localização das máquinas e da monitorização da sua utilização.

O FUTURO

Qual é a próxima etapa para a TVH no mercado de SEM nos próximos anos?

A entrada no segmento da movimentação de terra foi uma boa decisão para a TVH. Já dispúnhamos de várias peças de substituição compatíveis com as máquinas às quais já prestávamos apoio e já existia uma forte complementaridade entre os nossos produtos e os nossos clientes. Isso permitiu-nos disponibilizar o portefólio de equipamentos de movimentação de terra a vários clientes existentes.

O que nos distingue são os nossos limites bem definidos. Focamo-nos em nove marcas (Case, Caterpillar, Bobcat, JCB, John Deere, Yanmar, Kubota, Takeuchi e Volvo) e em quatro tipos de máquinas (retroescavadoras, minicarregadoras de rasto, minicarregadoras e miniescavadoras). Isto abrange 75% do mercado de pequenas máquinas de movimentação de terra. Ainda assim, também podemos apoiar os nossos clientes com outros equipamentos, como camiões basculantes e pás carregadoras compactas. Os resultados demonstram que esta abordagem funciona, uma vez que registámos um crescimento superior ao triplo do nosso volume de negócios. Este sucesso deve-se a todas as equipas de apoio que transformam a estratégia em resultados concretos.

No entanto, o nosso trabalho ainda não terminou. No futuro, quero continuar a expandir o nosso portefólio. Podemos crescer com a adição de mais marcas à nossa lista. O nosso negócio vai muito além de apoiar os clientes na identificação técnica de peças e no fornecimento de peças de substituição. Também disponibilizamos serviços como a TVH University e a TVH Exchange, e pretendemos reforçar ainda mais a nossa aposta no comércio eletrónico. Atualmente, os clientes podem encontrar peças, como rastos de borracha, ao pesquisar por dimensões específicas. Também estamos a testar novas funcionalidades para simplificar ainda mais todo o processo de pesquisa. 

Queremos apoiar um número cada vez maior de clientes, sendo o seu parceiro único para todas as suas necessidades. Independentemente de utilizarem máquinas Komatsu, Hitachi ou de outras marcas, os clientes não devem precisar de recorrer a vários fornecedores. Este é o nosso objetivo final.

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Esta publicação de blogue foi preparada pela sua equipa SEM.

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